OXUMARÉ




Dia da Semana: Terça-feira
Cores: Verde e amarelo, preto e amarelo, multicor
Comida: "Cobra" feita de batata-doce amassada e banana-figo frita em azeite doce
Saudação: Arrum Bo Bo Oxunmaré!
Domínio: Arco-íris, céu, chuva fina, sol, terra


Divindade yorubana do arco-íris, da transformação e da evolução. É a serpente telúrica e representa a linha do Equador. Orixá que recebeu de Olorúm a incumbência de harmonizar o mundo. É também o símbolo da aliança entre os homens e a eterna paz dos Deuses.

Simboliza o movimento, a atividade, a continuidade e a permanência. Às vezes, é representado por uma serpente enroscada que morde a própria cauda. Outras vezes, como se, com sua força, impedisse a desagregação do planeta. Mitológicamente, seria um hermafrodita, um servidor de Xangô, que teria a função de recolher a água sobre a Terra e levá-la às nuvens.




OS FILHOS DE OXUMARÉ NO AMOR

O HOMEM DE OXUMARÉ

Fascinante e escorregadio, se destaca facilmente do resto dos homens. Assim ele pode ser definido, pois tem uma bela presença e facilmente atrai os olhares femininos. Ele sabe o sucesso que faz, conversa muito bem, entende de coração, cores e principalmente de amor, sensualidade, beleza e sexo. É capaz de amar durante horas valendo-se das mais requintadas técnicas e levar sua parceira a fazer coisas que ela nem imaginava. E é justamente pelo sexo que é possível prendê-lo, desde que a mulher esteja disposta a tudo.


A MULHER DE OXUMARÉ

Mulher fatal, uma verdadeira estrela que nasceu para brilhar, a filha de Oxunmaré adora badalações, tecidos coloridos, festas, jóias. Alegre e brincalhona ela vive em movimento constante. Qualquer prazer a diverte e por isto mesmo fisgá-la é uma tarefa difícil. Principalmente porque ela é muito livre, não suporta ser controlada e não sente ciúmes do parceiro. Para conquistá-la é fundamental entender que ela é sensualíssima e quer ter uma vida sexual ativa e variada.

AFINIDADES

Com mulheres de Exu, Ibeji, Voduns, Oxalá e Oxunmaré.


AFINIDADES

Com homens de Oxalá, Exu, Ibeji, Oxum, Oyá e Oxóssi.


Bibliografia Consultada:
Dicionário Antológico da Cultura Afro-Brasileira - Eduardo Fonseca Jr.
Revista Planeta - Edição Especial Orixás - Número 126 - B
Revista Destino - Edição Extra 1992 - Os Orixás e o Amor, por Eduardo Fonseca Jr.

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