Livro - Dicionário Antológico (Português-Yorubá Afro-Brasileiro)


DICIONÁRIO ANTOLÓGICO
PORTUGUÊS-YORUBÁ AFRO-BRASILEIRO



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OBRA: DICIONÁRIO PORTUGUÊS-YORUBÁ-NAGÔ-JÊJE AFRO-BRASILEIRO COM MEDICINA ALTERNATIVA

Autor: Eduardo Fonseca Júnior

Tese: Biblioteca de Estudos Políticos e Sociais e Antropológicos

Abordagem: Histórica, Política, Social, Antropológica, Etnológica, Gramatical, Sinonímica, Léxica Exemplificada da cultura, ritos, religião, história e dialetos africanos.

No. De Páginas : 670 e mais, 120 fotos inéditas feitas do Brasil e África

Editoras: Sociedade Yorubana de Cultura Afro-Brasileira

Conteúdo: História antológica da cultura trazida para o Brasil pelos povos africanos, Enfocando suas origens, tráfico, objetivos, política colonialista e conseqüências da política atual, suas influências nos usos, costume e dialética brasileira (incluindo gírias de origem africana), fitologia e fitoterapia das ervas usadas nos rituais da cultura afro-brasileira. CANDOMBLÉ!!!

Prefácios: Ministro da Cultura (Antônio Houaiss), Ministro da Saúde (Henrique Santillo), Darcy Ribeiro (prefácios), Organização Mundial de Saúde (David Tejada), Academia Brasileira de Letras (Austregézilo de Athayde), Governo da Nigéria (Joseph Lewú) e Sindicato dos Escritores do Distrito Federal.

Enfoque: Ao abordar os diversos dialetos trazidos para o Brasil, a saber: Yorubá, Bantú, Swahilli, Éwe, Gá, Fanti, Ashanti, Mahií, Nagô, Nbundo, Fon, Ijexá, Wolof, Mandinga e Kupo, o autor faz um estudo filológico e lexicográfico da conseqüente glotologia (deturpação lingüistca) desses dialetos no linguajar brasileiro. A fitologia e fitoterapia contidas no livro trazem uma nova visão do conhecimento africano acerca da cura através do uso das ervas na medicina alternativa. Desta maneira, e mediante a consulta sobre uma doença, pode-se saber o nome das ervas usadas no tratamento desta doença. Em vice-versa, sabe-se os nomes das doenças tratadas por aquela erva. Neste seu trabalho, Fonseca traz informações que dão uma reviravolta no linguajar comum, na antropologia, na mística, na prática, na política, na terapia das ervas, e principalmente, uma saída para as milhares de palavras e nomes próprios da língua TUPI-GUARANI que dão nome a ruas, municípios, capitais e estados do Brasil e cujos significados ninguém sabe! Dentre as curiosidades no Dicionário Antológico da Cultura Afro-Brasileira, podemos destacar as seguintes:


“Tijolo” é uma palavra da língua Yorubá, assim como: Bizú, Xodó, Gogó, Garfo, Zureta e Zumbido. Bunda não significa NÁDEGAS e sim um dialeto falado no Congo e Namíbia.


Anhangabaú quer dizer “Buraco do Diabo”, Carioca significa “Casa de Branco”, Goiás é “Gente da mesma Raça, Pará é “Mar”, Jacarepaguá é “Lago do Jacaré”, Tijuca é “Barro Mole”, Ipanema é “Água Suja” e por aí vai ele, descortinando um Mundo Novo de Informações que estavam perdidas no tempo, correndo o risco de lá ficarem para sempre. Obviamente, agora traduzidas para o português, podem ser traduzidas para outros idiomas, tomando seus verdadeiros sentidos. Várias Glotologias como Neca, Amapô, Iliban, Ocanha, Patuá de Briquejé, Baculantê, Idí, Badí e dezenas de outras estão explicadas e corrigidas dando-lhes suas grafias completas.


RELIGIÃO E RITUAIS

Orixás são arquétipos da personalidade e comportamento humano e incompatibilidade de gênios não EXISTEM. O leitor encontrará também um quadro hierárquico de como se forma uma casa de candomblé com seus graus, nomes e orukós, cargos e obrigações. Nomes de Abikus, Abiaxés, Orilês, Orikis, etc.


O Dicionário apresenta todos os segmentos dos rituais afro-brasileiros e “nações”, como keto, yorubá, angola, jêje e congo. Descreve os Odus e mais de duas dezenas de orixás com suas oferendas e informações secretas. Com cerca de 135 fotos feitas pelo autor, na África e no Brasil, este trabalho congrega todas as informações para sacerdotes e iniciantes sobre “feitura”, “ebós”, “odus”, “dialética yorubá” (português-yorubá-nagô) e as corruptelas conhecidas por língua franca. Só a descrição dos presságios contidos no livro, por si, já valem um trabalho de pesquisa de 10 anos.


Contém ainda uma vasta relação de Orixás das culturas Yorubá (Ketou), Jêje (Fon e Mahii) e Angola (Endembo, Matamba, Kimbundo) e seus respectivos ODÚS com os caminhos que fazem e ampla explicação sobre seus significados. Descrição das ervas de cada Orixá e seu uso na medicina caseira.


MEDICINA ALTERNATIVA

As ervas dos orixás (içabas) são identificadas com cada orixá e descritas suas funções terapêuticas na cura e tratamento de várias doenças:


Por exemplo, hortelã Miúda cura esquistossomose em 30 dias. Jambolão cura diabetes, Tejuco cura cólera e parou uma epidemia da mesa há 100 anos. Amora Silvestre cura hipermetropia e tudo isto NINGUÉM SABIA. Esta é a razão pela qual a Organização Mundial de Saúde prefaciou e deu cunho oficial ao trabalho de Eduardo.

IKÀWÉ ODÀRÁ JÉ NLÁ ÌMÓ
(Uma boa leitura é um grande saber)

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